domingo, 15 de novembro de 2015

NÃO SOU NADA SEM VOCÊ 7

Capítulo 7

SUA NARRAÇÃO

Eu não havia pedido nada ao Luan, mas a atitude dele me fez sorrir. Ao fim do show fomos pro hotel, o dia havia sido muito cansativo pra irmos pra balada. Acordei um tanto quanto cedo no outro dia. Fiz minhas higienes e coloquei meu biquíni , pretendia ficar na piscina pelo resto do dia. Deixei um bilhete ao lado do celular do Luan.

"Luan, desci para a piscina. Não se preocupe, nos vemos no almoço!"

Desci, tomei café e fui para a piscina. Estava passando quando avistei Karielle junto com a Marla. Deitei-me na cadeira e coloquei meus óculos de sol.

Karielle: Não sabia que galinha tomava sol - comentou perto de mim e eu respirei fundo

Marla: Karielle, menos! - a repreendeu - Bom dia (Seu apelido) - cumprimentou-me

Eu: Bom dia Marlinha - respondi amigável

Marla: E como está o bebê? - sentou-se em uma cadeira ao meu lado

Eu: está muito bem, obrigada por se preocupar - sorri pra ela

Marla: o Luan fica todo babão com ele né? - eu ri

Eu: ele é super protetor. A todo momento pergunta se eu estou bem, se estou com vontade de comer algo, ou se sinto alguma dor. - ela sorriu

Marla: ele vai ser um bom pai - comentou

Eu: eu sei que vai. - ela sorriu

Karielle: uma peninha que os pais não estejam juntos né? Ainda bem que vou ser uma ótima madrasta pro seu bebê - a olhei pelo canto dos olhos e arqueei a sobrancelha

Eu: nossa Karielle, não sabia que tinha virado macumbeira - ela me olhou sem entender - porque o único jeito do Luan ficar com você é sobre efeito de uma boa macumba! - ela riu irônica

Karielle: minha querida, se ele já me quis quando estava com você, imagina agora que está solteiro - tentou me atingir

Eu: eu pago pra ver então! - me levantei - mulher que se rebaixa ao nível de servir como passa-tempo, nunca é levada a sério - passei por ela e lhe enviei uma piscadela. Meu sangue estava fervendo, sai dali com a cabeça erguida, mas meus punhos estavam cerrados por raiva. Estava tão inebriada de pensamentos que acabei esbarrando em alguém, escorreguei no chão úmido e se não fosse pela agilidade e força da pessoa ao me segurar eu teria levado um belo tombo.

Eu: ai meu Deus! Me desculpa mesmo - disse quando me puxou pra cima, passei as mãos pelo cabelo

XXX: imagina, eu que não estava prestando atenção - levantei os olhos e não acreditei que era ele ali em minha frente!

Continua...

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