domingo, 1 de novembro de 2015

Dez anos 13

Capítulo 13

Eu: ta louca é? - falei 

Laísa: louco ta você, como você faz isso comigo? Eu vou quebrar aquela vagabunda 

(Seu nome): Amooor - sua voz soou dengosa - vamos lá pra cima vai - ela apareceu na porta - Ah, oi Fofa! - caminhou até nós - o que quer? - segurei o riso 

Laísa: eu quero arrancar essa sua lente de contato e quebrar todos os seus dentes sua descarada - (seu nome riu) 

(Seu nome): desculpa querida, mas não sou igual a você que precisa comprar lente pra ter os olhos claros! Mamãe fez assim - tirou com a cara dela - e outra você não nunca teve nada sério com o Lucas, e nem nunca teria, quero ver alguém aguentar essa sua arrogância! Acho muito bom você aprender a falar comigo, ou melhor, nunca mais dirija a palavra a mim e nem ao Lucas - a abracei por trás, entrando na cena 

Laísa: você vai deixar ela falar assim comigo? - dirigiu-se a mim 

Lucas: agora ela é minha namorada Laísa, não posso fazer nada. 

Luan: então é verdade? - apareceu na porta e eu apertei a (seu nome) contra o meu corpo, os olhos dele estavam marejados e o cabelo todo bagunçado 

(Seu nome): Luan, eu... - ele a interrompeu 

Luan: não quero saber - pediu - só...sejam felizes - disse e se retirou, Laísa fez o mesmo. Olhei pra (seu apelido) perdido, e ela continuou paralisada 

Eu: vai atrás dele - ela negou com a cabeça 

(Seu nome): ele não tem o direito de se intrometer na minha vida - ela me olhou - vem, vamos terminar de comer - eu sabia que ela não estava bem, mas preferi ficar quieto. Sentamos de novo no chão, voltando a comer. Estava prestando atenção no desenho quando ela me chamou - Lucas 

Eu: hm - respondi sem olhá-la 

(Seu nome): me beija? - virei pra ela, pensando ter escutado errado 

Eu: ham? - ele suspirou e passou uma perna de cada lado do meu corpo, sentando no meu colo

(Seu nome): me beija? - pediu me olhando nos olhos com os lábios rentes aos meus. Apertei sua cintura e ela envolveu os braços em meu pescoço, seu corpo se apertou contra o meu e nossos lábios se tocaram, dei início a um beijo lento, mas ela puxou meu cabelo, joguei meu corpo pra frente, a deitando no tapete e ficando sobre ela, o beijo havia pegado voracidade, estava descompassado, mas bom. Não existia mais conexão entre nós, nem desejo. Paramos o beijo e ficamos nos olhando, logo, caímos na gargalhada juntos. 

Eu: não acredito que íamos fazer isso - comentei ainda rindo 

(Seu nome): não tem mais nem nexo - demos uma pausa, mas assim que nós olhamos novamente, voltamos a rir - isso foi hilário - colocou as mãos na barriga se inclinando pra frente - cara, foi como beijar um irmão - comentou deitando a cabeça em meu colo 

Eu: acho que nem pra namorar de mentira nós servimos - olhei pra ela e voltamos a rir 

Continua...

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